segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Silas Malafaia e "A Tentação"

 

Ontem, à noite, o pastor Silas Malafaia esteve de frente com a apresentadora Marília (Gabi) Gabriela, no SBT. De Frente com Gabi é um programa de entrevista, mas o que se viu foi um debate aberto, franco, em que supostas vítimas de preconceito foram convidadas, indiretamente, a refletirem sobre os seus preconceitos.

Gabi, uma mulher inteligente, não se limitou a fazer perguntas sinceras e provocativas. Ela realmente "bateu boca" com o entrevistado, talvez pensando que o colocaria contra a parede, convencendo a todos de que ele é homofóbico e fundamentalista religioso. Mas, como todos sabem, Silas Malafaia é um exímio debatedor e soube responder bem às provocações que recebeu.

Não concordo com tudo o que Malafaia falou, especialmente quanto à sua defesa tácita da falaciosa Teologia da Prosperidade. Entretanto, ele foi muito bem ao mostrar, de modo indireto, que existe um preconceito por parte da grande mídia de que todo cristão protestante é ignorante, fundamentalista, não sabe desfrutar do prazer sexual, não tem amor, ao contrário de outros, etc.

Lembrei-me do preconceituoso filme A Tentação, dirigido por Matthew Chapman. Trata-se de um drama de 2011 em que ateus e homossexuais são apresentados como pessoas acima da média, enquanto os cristãos e outros religiosos são tidos como mal-amados, ignorantes e fundamentalistas.


Defendo o Evangelho e sou contrário à falaciosa Teologia da Prosperidade. Nesse caso, reitero que não concordo com tudo o que expôs Silas Malafaia. Todavia, gostei do debate. Penso que ele foi muito esclarecedor no que concerne ao pensamento dos cristãos protestantes quanto à família, aos valores morais e éticos, ao Estado laico, e não laicista, etc.

Ciro Sanches Zibordi

Considerações sobre Silas Malafaia e a teologia da prosperidade

 

Respeito o pastor Silas Malafaia. Gosto de suas argumentações sobre a defesa da vida e dos valores morais esposados na Palavra de Deus. Considero Malafaia uma pessoa preparada para representar os evangélicos em audiências públicas a respeito do PLC 122, do aborto, etc. Tenho também amigos na igreja pastoreada por ele: a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, na Penha-RJ.

Foi por tudo isso que sempre evitei citar o nome de Malafaia, neste blog. Mas tenho uma palavra para ele e acredito que não ficará indignado contra mim, haja vista ser a minha mensagem bíblica e respeitosa.


Assuntos administrativos que envolvem pastores de uma denominação devem ser tratados internamente, visto que a igreja local tem competência para julgar suas causas, à luz da Bíblia (1 Co 6.1-6). Mas a conduta imprópria e as heresias amplamente propagadas, mediante TV, rádio e Internet, ultrapassam os limites denominacionais e merecem refutação bíblica, igualmente pública, com ética, mansidão e temor, por parte da Igreja do Senhor.


Silas Malafaia, além de defender abertamente a teologia da prosperidade, costuma não economizar nos impropérios, ao responder aos seus críticos. Há alguns meses, por exemplo, ele concedeu uma entrevista à revista Igreja e deu uma resposta que o tornou repreensível, à luz da Palavra de Deus. Peço a todos que admiram esse renomado pastor que não vejam este artigo como um ataque pessoal. Atentem para as referências bíblicas que vou citar e as considerem como palavras inspiradas do Senhor que se aplicam a todos que o servem.


“O senhor está sendo duramente criticado pelo setor mais conservador da igreja por causa da teologia da prosperidade pregada por alguns convidados de seu programa, como Morris Cerrullo e Mike Murdock. Como o senhor responde a estas criticas de que a teologia da prosperidade não tem base bíblica e é uma heresia?” — perguntou o entrevistador, da revista Igreja.


Antes de discorrer sobre a resposta de Malafaia, é importante corrigir duas coisas na pergunta acima. Primeira: não é somente o setor mais conservador da igreja que critica Malafaia por causa da teologia da prosperidade. Não se trata de extremistas combatendo extremistas. Na verdade, todos os cristãos equilibrados, que têm a Bíblia como a sua fonte primária de autoridade, são contrários à falaciosa teologia da prosperidade. Outra correção: tal heresia não tem sido pregada apenas por Morris Cerullo e Mike Murdock. O próprio entrevistado é um dos seus propagadores.


Vamos à resposta do pastor Malafaia: “Primeiro quem fala isto é um idiota! Desculpe a expressão, mas comigo não tem colher de chá! Por que quando é membro eu quebro um galho, mas pastor não: é um idiota. Deveria até mesmo entregar a credencial e voltar a ser membro e aprender. Para começar não sabe nada de teologia, muito menos de prosperidade. Existe uma confusão e um radicalismo, e todo radicalismo não presta”.


Quem assiste às mensagens de Silas Malafaia, sabe que ele tem estilo próprio. Ele não escolhe muito as palavras. Mas tudo tem limite. Aliás, nosso limite está na Palavra de Deus. E o que está escrito em 1 Pedro 3.15? “Antes santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”.


Eu não sou perfeito. Silas Malafaia não é perfeito. Nenhum de nós é perfeito. Mas somos todos servos do Senhor. Qual é a recomendação do Senhor aos seus servos, em sua Palavra? Em 2 Timóteo 2.24,25 está escrito: “E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem”.


Que mansidão e temor vemos em xingamentos a pastores? Alguém dirá: “O Silas é assim mesmo. É o jeito dele. Eu o conheço há muito tempo”. Reconheço que cada um tem uma personalidade. Mas, para que existe o fruto do Espírito, isto é, o Espírito Santo agindo em nós? Para moldar o nosso caráter e mudar o nosso interior, a fim de que sejamos astros nesse mundo tenebroso (Mt 5.13-16; Fp 2.14,15) e demonstremos a todos que temos amor, humildade, verdade, alegria, paz, longanimidade, justiça, benignidade, bondade, fé, mansidão, domínio próprio, etc. (Gl 5.22; Ef 5.9; 1 Pe 5.5).


“Há casos em que é preciso botar pra quebrar. Não dou colher de chá para pastores” — Malafaia poderá argumentar. Concordo, em parte. Jesus, o nosso paradigma (1 Jo 2.6; 1 Co 11.1; 1 Pe 2.21), realmente foi firme, quando necessário. Chamou os fariseus de hipócritas e condutores cegos (Mt 23) e Herodes de raposa (Lc 13.32), bem como verberou contra os maus pastores de algumas igrejas da Ásia (Ap 2-3). Entretanto, Malafaia precisa reconhecer — não para concordar comigo — que a sua resposta aos oponentes da teologia da prosperidade tem sido generalizante e desproporcional.


Muitos homens de Deus respeitadíssimos se opõem à teologia da prosperidade e ao pensamento mercantilista de Mike Murdock e Morris Cerullo. São todos eles idiotas que precisam entregar a credencial? O próprio Silas Malafaia, durante muitos anos, foi um ferrenho oponente da teologia da prosperidade. Há, inclusive, vídeos no YouTube que apresentam sua verberação contra essa heresia. Mas ele não entregou a sua credencial de pastor nem voltou a ser membro para aprender. Pelo que tudo indica, a sua mudança de crítico da aludida heresia para propagador dela ocorreu por influência do telemilionário Murdock e outros.


Concordo que todo o extremismo é perigoso, como disse Silas. Não é porque sou contrário à teologia da prosperidade que serei, por causa disso, favorável à teologia da miséria. Afinal, a Bíblia diz que devemos nos contentar com o que temos, e não nos conformar com o que temos (Fp 4.11-13; 1 Tm 6.8-10). Conformar-se é uma coisa. Contentar-se, outra. Posso estar contente com um carro velho, pois o contentamento vem do Senhor. Mas não preciso me conformar com isso, pois Deus pode me dar um carro melhor.


Por outro lado, é evidente que a teologia da prosperidade é uma aberração, à luz da Bíblia. Por quê? Porque ela é reducionista e prioriza a prosperidade material. Ela faz com que toda a mensagem da Bíblia gire em torno de conquista de dinheiro, bens, riquezas. E induz o crente a supervalorizar as coisas desta vida terrena e passageira, em detrimento das “coisas que são de cima” (Cl 3.1,2; 1 Co 15.57).


Sinceramente, penso que o pastor Silas Malafaia é um grande comunicador, uma pessoa muito influente. Gostaria muito que ele fosse mais equilibrado, coerente e adotasse uma conduta em tudo pautada nas Escrituras. Lamento — lamento muito mesmo — por ele ter abraçado a teologia da prosperidade e por usar impropérios contra quem se lhe opõe. Se usasse os dons que Deus lhe deu e o seu carisma para pregar o Evangelho de maneira contundente, com verdade (Jr 23.28), seria muito mais respeitado por cristãos e não-cristãos.


Com temor e tremor,


Ciro Sanches Zibordi

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Os 10 pastores que não respeito e não admiro

Por André Sanchez
Maus líderes existem aos montes dentro das igrejas. O joio está espalhado dentro da igreja como ensinam as escrituras (Mt 13. 26). Isso não é novidade para ninguém. Apesar de designar aqui o termo “pastores” a essas pessoas que citarei abaixo, não tenho a intenção de diminuir aqueles que fazem jus a esse termo tão lindo mostrado nas escrituras, e que realmente pastoreiam de coração as ovelhas do Senhor. Usei esse termo somente para facilitar a identificação dessas pessoas.
OS DEZ PASTORES QUE NÃO RESPEITO E NÃO ADMIRO:
1- O que faz do púlpito um palco de shows = A exposição da Palavra é esquecida e substituída pelo talento hollywoodiano desse pastor, que explora as mais diversas técnicas para cativar os seus expectadores, fazendo do show o protagonista do culto. Ele é a estrela e não Cristo e Sua palavra. Seu púlpito é lugar de entretenimento, de show, e não de pregação, de transmissão da voz de Deus.
2- O que explora financeiramente as ovelhas = Esse pastor é muito ambicioso e tem planos de crescimento. Porém, para a realização dos seus planos, precisa de muito dinheiro. E esse dinheiro é retirado das ovelhas, através das mais diversas técnicas de extorsão (legais) – e algumas vezes ilegais e antiéticas. Ele não liga para o que a Bíblia ensina e inventa formas de arrecadação para realizar seus sonhos megalomaníacos. As ovelhas são iludidas, exploradas e sugadas até a última gota que podem dar.
3- O que insiste em querer fazer a agenda de Deus = Um pastor que quer determinar lugar, dia e hora para Deus agir não merece meu respeito. Segunda-feira: Deus age na família; terça-feira: nas finanças; quarta-feira: Deus dá o Espírito Santo; quinta-feira: Deus faz conversões e sexta-feira: Deus liberta as pessoas de demônios. Deus agora está preso em uma agenda criada pelo homem? Para esse pastor, Deus deve adequar-se à sua programação semanal.
4- O que ilude as pessoas com amuletos, objetos ungidos e unções que não vêm de Deus = Esse pastor escraviza pessoas em crendices e superstições que não são encontradas e ordenadas na Bíblia. Desvia a fé que deveria ser unicamente no Deus soberano para objetos e unções – falsas – e extravagantes. Trabalha com a ilusão, com a ambição, com a falta de conhecimento de muitas das ovelhas que lhe ouvem. É um ilusionista do púlpito!
5- O que “profetiza” o que Deus não mandou profetizar = Usa sua influência sobre as pessoas para “profetizar” e “revelar”. Porém, não usa a Bíblia, que é a revelação e é onde se encontram as profecias de Deus para a vida de seus servos. Lança profecias das mais variadas para as pessoas. Normalmente suas profecias são absurdas e vazias, porém, a cegueira e falta de conhecimento das pessoas sobre a Palavra de Deus, abre portas para que essas “profecias” sejam cridas como verdade.
6- O que faz com que seus fieis o adorem = Ele é visto como um semideus pelos seus fieis. Ele é o poderoso, ele faz milagres e sinais acontecerem, ele é o rei e o centro dos cultos. O pior de tudo é que não faz nada para mudar essa situação, pois adora ser paparicado, adora status, adora demonstrar seu grande “poder” e ser ovacionado pela multidão. Seu prazer é ver multidões afluindo em sua direção com desejo de glorificá-lo. Não prega para pouca gente, só aparece quando tem pessoas suficientes para massagear seu ego insuflado.
7- O que usa o dinheiro das ofertas para seu próprio enriquecimento = Esse pastor-empresário é formado e pós-graduado em enriquecimento usando a igreja. Tem fortuna e bens luxuosos, tudo adquirido com a ajuda das ofertas dos membros de sua igreja e de quem mais querer ajudá-lo a “evangelizar”. Segundo ele diz, todo o dinheiro das ofertas é usado para a obra de Deus, porém, seu patrimônio o acusa. Ele engana multidões – e babacões – que bancam sua vida de ostentação e riqueza, pois não podem questionar a palavra do todo poderoso líder.
8- O que prega a teologia da prosperidade = Um pastor que diz que pobreza é maldição, que o crente verdadeiro será reconhecido pela sua prosperidade material, e outras abobrinhas sem embasamento bíblico, não merece admiração. Se a teologia da prosperidade é um câncer como alguns dizem, esse pastor é um espalhador de doenças no meio do povo.
9- O que usa versículos isolados da Bíblia para fundamentar doutrinas destruidoras = Esse pastor adora inventar doutrinas usando versos bíblicos isolados, cuja interpretação isolada, sem considerar contextos e outras boas regras de interpretação, favoreçam seus pensamentos e desejos. É um manipulador ardiloso dos textos sagrados, visando unica e exclusivamente que a Bíblia se enquadre em seus pensamentos e planejamentos.
10- O que [acha] que determina a ação de Deus = É uma piada dizer que um homem determina algo ao Todo-Poderoso, mas essa ousadia acontece. Palavras ousadas saem da boca desse pastor, que ora determinando, ordenando, exigindo que Deus faça determinadas coisas que, segundo ele, Deus tem de fazer. Coitado, não tem nem noção da besteira que faz! E o pior: ensina as pessoas a agirem também assim!
NÃO POSSO ADMIRAR E RESPEITAR PASTORES COMO ESSES!

Os 10 pastores que respeito e admiro

Por André Sanchez
Há alguns dias escrevi um artigo que provocou muitos debates por aqui, mostrando em meu ponto de vista, os 10 pastores que não respeito e não admiro. Na sequência dessa série, destacarei agora aqueles que merecem toda a admiração e respeito devido à forma como tratam o ministério pastoral. Abaixo segue a minha lista.
OS 10 PASTORES QUE RESPEITO E ADMIRO:
1- O que não é perfeito, mas que busca ser exemplo do rebanho = Esse pastor sabe de suas limitações, sabe que não é melhor do que ninguém, sabe que é um pecador resgatado pelo sangue de Cristo. Ele, porém, sabe também da missão que Deus lhe deu e busca conduzir suas ovelhas no caminho dado pelo Supremo Pastor, sendo, antes de todos, o primeiro a vivenciar a Palavra de Deus em sua vida para testemunhar a outros. Ele tem todo cuidado nessa questão e pode-se ver em sua vida um homem que busca viver o evangelho e não somente falar dele. É humano, tem seus erros, e não faz questão de passar uma imagem de todo poderoso.
2- O que faz cultos cristocêntricos = Esse pastor busca glorificar a Cristo nas ministrações que preside. Busca conduzir todas as coisas para que Cristo cresça e todo o resto diminua. Do primeiro ao último minuto de seus cultos busca apresentar a Cristo e conduzir as pessoas a Ele. É sensível ao observar e corrigir coisas que tentam competir com a centralidade de Cristo nos cultos.
3- O que não tem medo de pregar a Palavra de Deus = Esse pastor não faz média, antes, entrega a palavra de Deus conforme a Bíblia a revela. Ele não usa de técnicas melodramáticas para tocar o coração dos seus ouvintes. Ele busca antes de tudo, que o Espírito Santo revele a Palavra aos seus ouvintes, conduzindo-os à presença viva de Deus. Sabe que muitas vezes irá desagradar pessoas na sua pregação, mas é fiel às verdades que Deus lhe manda pregar.
4- O que não crê que os fins justificam os meios = Esse pastor é totalmente dependente de Deus em seu ministério. Ele conduz a igreja a andar nos caminhos corretos de obediência ao Senhor e não nos caminhos tortuosos que o coração humano propõe e que visam, antes de tudo, resultados que premiam o trabalho realizado. Para ele o mais importante é fazer a vontade de Deus usando os meios dados por Deus.
5- O que é obediente a Deus mesmo não vendo resultados palpáveis = Esse pastor gosta de ver os resultados de seu trabalho, porém, não é guiado por esses resultados. É guiado pela obediência e direção de Deus. Mesmo, às vezes, não vendo resultados pontuados pelas pessoas como o ‘sucesso’, continua sendo fiel e o pastor responsável por certo número de ovelhas dadas por Deus. Para ele, cumprir a missão de Deus não é encher a igreja de gente a qualquer custo, mas sim obedecer a Deus e confiar a Ele os resultados do trabalho, seja quais forem.
6- O que não faz a si mesmo o “bam-bam-bam” da igreja = Esse pastor sabe fazer suas ovelhas entenderem a diferença entre admiração e bajulação. Ele não aceita ser bajulado e até adorado como se fora mais do que os outros ou até mesmo um quase deus. Coloca-se na posição de servo, tem prazer de trabalhar em equipe e de ver suas ovelhas se desenvolvendo em seus ministérios, e sempre reitera que ele também é ovelha do rebanho de Deus. Não deixa o ego assumir o controle. Ele não é um ídolo dentro de sua igreja.
7- O que não explora financeiramente suas ovelhas = Esse pastor não é ignorante, não acredita que as dívidas da igreja são pagas como que por milagre. Ele sabe das possibilidades da sua igreja e não usa ameaças e nem promessas que a Bíblia não faz para que suas ovelhas contribuam com o trabalho. Ele sabe instruir corretamente sua igreja sobre o que a Bíblia diz a respeito das contribuições para o reino de Deus. Não faz dos momentos de ofertório o momento mais importante do culto e nem do dinheiro o deus e a confiança maior da igreja. Trabalha a parte financeira da igreja com dignidade, ética e transparência.
8- O que não tem medo de ensinar profundamente a Bíblia às suas ovelhas = Esse pastor não faz doutrinas em cima de textos isolados da Bíblia, por isso, não tem medo de ensinar suas ovelhas a serem questionadoras, estudantes profundas da Bíblia. Ele tem porta aberta ao diálogo e aos questionamentos. Por isso, os cultos que preside são banquetes de aprendizado e quebrantamento, onde a Palavra de Deus reina soberana como fonte de ensino e a regra de fé e prática. Por ser assim ele sabe que precisa sempre beber dessa fonte para também poder dar de beber cada vez mais aos seus discípulos.
9- O que ora sempre buscando em seus pedidos que seja feita a vontade de Deus em primeiro lugar = Esse pastor não ousa sequer pronunciar palavras de ordem a Deus. Ele sabe quem é Deus, sabe de Seus atributos grandiosos. E mais, sabe exatamente que ele é apenas um homem imperfeito, que está de pé pela graça de Deus. Por isso, em suas orações ele é dependente de Deus e não o chefe de Deus.
10- O que tem cheiro de ovelha = Esse pastor é pastor que pastoreia de verdade. A sua missão de vida é pastorear e não fazer fortuna com o rebanho vendendo suas peles e carnes! Chegue perto dele e sentirá o cheiro das ovelhas. Isso porque ele fica muito perto, ele acompanha, ele se preocupa com elas. Ele as ama de verdade, mesmo que elas não tenham nada para dar-lhe em troca. Ele as acolhe, ele cumpre seu trabalho cabalmente como bom trabalhador que não tem de que se envergonhar.
E VOCÊ, TEM ALGUM PASTOR QUE RESPEITA E ADMIRA?
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Fonte: Gospel+

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Conselhos para quem sobreviver a dezembro de 2012

Conselhos Para Quem Sobreviver a Dezembro de 2012

 
“Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Jesus Cristo, contando a parábola da figueira – Mateus 24:36)
Onde você estará após 21 de dezembro de 2012? Um grupo de ocultistas acredita que você cessará de existir. Pessoalmente, depois de consultar meu amigo e cardiologista “Tony”, se não me cuidar melhor, estarei também na Glória.

A Profecia Maia

Para quem ainda não está antenado nessa história de que haverá uma catástrofe devastadora em 21 de dezembro de 2012, eis um resumo:
Os maias que desenvolveram uma bem evoluída civilização entre 250 a 900 d.C. onde hoje existem os estados do Sul do México, estendendo-se pela Guatemala, Belize, El Salvador e Honduras, deixaram para trás templos das suas divindades, pirâmides, uma história de carnificina contra seus inimigos e pelo menos três calendários diferentes.
Entre os seus calendários, o mais impressionante é o de “Conta Longa” ou “Longa Contagem”, que teve início em 11 de agosto de 3114 a.C.(1) Ao contrário da maioria dos calendários que tem como base o numeral 10, este tem o numeral 20 e terminará 5126 anos mais tarde. Ou seja, em 21 de dezembro de 2012. Não há mais qualquer registro a partir de 22 de dezembro de 2012.
Apesar dos maias nunca terem afirmado que esta data seja o final do mundo, os ocultistas concluem: um grande cataclisma deverá ocorrer no dia 21/12/12 e ele impactará nosso planeta Terra de uma forma descomunal.

Ocorrerá em 21 de dezembro de 2012

Um dos autores que mais esmiuçou o que ocorrerá no dia 21/12/12 foi Patrick Geryl, um belga, astrônomo amador e escritor. Será supostamente um conjunto de catástrofes naturais e eventos astronômicos assustadores.
“É um acontecimento que só se experimenta uma vez na vida, quando se consegue sobreviver a ele. Incrivelmente belo, e, ao mesmo tempo, desesperadamente mortal. Pior do que o pior dos pesadelos”,(2) sentencia Geryl.
Geryl afirma que o campo magnético solar será invertido e enormes labaredas solares serão lançadas no espaço causando “um curto-circuito no dínamo da Terra”.
Geryl afirma que o campo magnético solar será invertido e enormes labaredas solares serão lançadas no espaço causando “um curto-circuito no dínamo da Terra”.(3) O campo magnético da Terra também se “inverterá com catastróficas consequências, como terremotos, erupções vulcânicas e deslizamentos de terra”.(4) Provocará “ondas gigantescas” que farão os últimos tsunamis asiáticos parecerem marolas.
Outros profetas (Adrian Gilbert e Maurice M. Cotterell) desta Catástrofe Maia reforçam que naquele dia a Terra ficará “sujeita a terremotos, enchentes, incêndios e erupções vulcânicas.”(5)
A quase totalidade dos habitantes do nosso planeta será aniquilada.

Conselhos aos sobreviventes de 21 de dezembro de 2012

Aqueles que conseguirem entrar em embarcações especiais à prova de naufrágio sobreviverão.
Aos sobreviventes, Patrick Geryl repassou esses “sagrados mandamentos”:
  1. “A civilização que surgir depois do cataclismo precisará ter um imenso respeito pela natureza [...]
  2. Os bosques e selvas ocuparão um lugar central nas cidades do futuro, que deverão ser muito pequenas.
  3. Para evitar a contaminação, a população mundial terá que ser limitada, embora, logo depois da catástrofe, repovoar possa ser uma prioridade.
  4. Nunca mais se deverá construir instalações nucleares [...]
  5. A alimentação antinatural, que é prejudicial à saúde e exige grandes quantidades de energia para sua produção, deverá ser proibida por lei. [...]
  6. As dietas à base de frutas e verduras deverão ser promovidas [...]
  7. A meditação e o jejum têm que ocupar um lugar central na luta contra as enfermidades infecciosas e de outros tipos.”(6)

E a vida continua...

Essa idéia bíblica e ocultista que haverá um fim do mundo nos leva a um formidável paradoxo: Alguns ficam consolados, outros aterrorizados. É mister que ambos sentimentos existam, pois o próprio Jesus disse que naquele dia do grande julgamento final os terráqueos terão dois destinos eternos: “E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna” (Mateus 25:46).
Agradeçam a Deus por estarem vivos e peçam Sua bênção para enfrentarem mais um dia.
Agora, gostaria também de deixar alguns conselhos para os que sobreviverem à sexta-feira 21/12/12 e, claro, acordarem na manhã seguinte de sábado:
  1. Agradeçam a Deus por estarem vivos e peçam Sua bênção para enfrentarem mais um dia. Até mesmo eu espero estar vivo, depois dos carões do meu cardiologista.
  2. Continuem sem acreditar naqueles profetas que marcam o dia do nosso tão esperado fim do mundo.
  3. Não esqueçam de ir às compras, pois faltam poucos dias para o Natal... (esta observação, naturalmente, é irônica).
O que importa mesmo é mantermos viva a bendita esperança da volta de Cristo, baseada nas firmes promessas bíblicas e não em calendários e cálculos sem credibilidade.
Aleluia! Maranata, ora vem Senhor Jesus! (Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa - http://www.chamada.com.br)

Bibliografia

  1. Diamond, Jared, Colapso: Como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso. Editora Record, Rio de Janeiro, RJ, 2009, sexta edição, páginas 206-207.
  2. Geryl, Patrick, O Código de Órion: O fim do mundo será mesmo em 2012? Editora Pensamento-Cutrix Ltda, São Paulo, SP, 2006, página186.
  3. Id. Páginas 179.
  4. Id.
  5. Gilbert, Adrian, e Maurice M. Cotterell, As Profecias Maias: Desvendando os mistérios de uma civilização perdida. Editora Nova Era. Rio de Janeiro, RJ, 2006, terceira edição, página 269.
  6. Geryl, Patrick, O Código de Órion: O fim do mundo será mesmo em 2012?, páginas 148-149.
Samuel F. M. Costa É médico gastroenterologista com parte de sua formação acadêmica nos Estados Unidos. Dr. Samuel Costa é um pesquisador minucioso e há muito tempo se dedica à analise e estudos de idéias controvertidas quanto à fé cristã. Em 1996, lançamos sua primeira obra literária: “A Nova Era: Um Passo Para a Manifestação do ‘Maitreya’ e da Prostituta Babilônia”. Aprofundando-se ainda mais no estudo do esoterismo, escreveu “Os Anos Obscuros da Mocidade de Jesus Cristo”. Samuel Costa reside com sua esposa e filhos na cidade de Recife, no nordeste do Brasil.

sábado, 15 de dezembro de 2012

O que Significa o Natal? O que Significa o Nascimento de Jesus?

 
Quem é Jesus? Quem é este de quem tanto se fala? Quem é este a respeito do qual tantos divergem? Quem é este que provoca tantas polemicas entre os homens? Quem é este pelo qual muitos em pleno século XXI ainda dão as suas vidas? Quem é este que dividiu a história em antes dEle e depois dEle? Quem é este que praticamente todo o mundo pára para comemorar o Seu nascimento? O que existe de tão significativo neste homem? Afinal, o que significa o seu nascimento para os homens, para o mundo? O que significa o Natal?
Infelizmente, o Natal vem se tornando uma época em que cada vez mais as pessoas se concentram tão somente em comprar, trocar presentes, comer, beber, festejar, viajar, comer panetones, enfeitar ruas, casas, escritórios, montar árvores de Natal, falar em Papai Noel, etc. Mas o que realmente significa o Natal? O que de fato significa o nascimento de Jesus? Para nós cristãos, o nascimento de Jesus tem muitos significados. Nesta reflexão, gostaria de destacar quatro significados que para mim parecem da maior importância. Se não, vejamos.
 
O nascimento de Jesus significa que Deus é real e se revelou à humanidade – Algumas pessoas perguntam: Deus de fato existe? Uns fazem esta pergunta com sarcasmo e incredulidade, outros a fazem com um desejo real de descobrir a verdade. Bem, se Jesus foi de fato um personagem histórico, se Ele de fato foi quem disse ser, se Ele de fato ressuscitou conforme os primeiros cristãos asseveram que aconteceu e conforme nós cristãos atuais cremos pela fé, então, Deus existe. Porque Jesus reivindicou ser o Filho de Deus e ao ressuscitar provou que estava falando a verdade. É interessante que muitos, até mesmo céticos, apreciam os ensinamentos de Jesus, a sabedoria de Jesus, mas não querem aceitar as reivindicações dEle quanto à Sua divindade. Será que alguém que é apontado com um grande mestre da moral, mentiria a respeito de algo? Devemos ficar apenas com seus ensinos morais e rejeitar suas reivindicações quanto à Sua divindade? Como alguém já disse, ou Jesus estava falando a verdade sobre tudo o que Ele ensinou, inclusive sobre sua identidade divina, ou ele tinha problemas mentais. Não nos parece que alguém que ensinou os valores e os princípios que Jesus ensinou fosse uma pessoa com problemas mentais, por isso, nós cristãos cremos que Ele de fato era quem Ele disse ser, ou seja, o Filho de Deus. E se Ele é o Filho de Deus, então de fato Deus existe e é real.
Mas o nascimento de Jesus não significa apenas que Deus é real, significa também que Ele se revelou à humanidade. Muitas pessoas, ao longo da história têm acreditado na existência de um criador, até porque isso pode ser deduzido a partir da criação. O universo, nosso planeta terra e tudo o que nele existe, aponta para a existência de um arquiteto inteligente que tudo planejou. Até mesmo muitos cientistas e filósofos têm admitido isso ao longo dos tempos. Todavia, surge outra questão: este Ser supremo, criador de todas as coisas, se revelou? Ele se deu a conhecer? O nascimento de Jesus significa que sim, Ele se revelou. Porque Jesus é o cumprimento de uma história de revelação e redenção. O Messias começou a ser profetizado nas Escrituras judaicas desde os acontecimentos no Éden. Lembremo-nos também de que Jesus e os apóstolos que com Ele conviveram nos ensinaram que Ele, Jesus, é o único caminho de acesso a Deus. E nós cristãos, cremos que isso é verdade, pois a ressurreição de Jesus confirmou tudo aquilo que Ele ensinou (Se você tem dificuldades em crer na ressurreição de Cristo, investigue as suas credenciais e verá a sua veracidade). Portanto, cremos que o nascimento de Jesus significa que Deus é real e Ele se revelou sim à humanidade. Cremos ainda que esta revelação é única e se deu através da mensagem que conhecemos como a mensagem cristã.
 
O nascimento de Jesus significa que Deus é Justo e Amoroso – Jesus cumpre e confirma as Escrituras judaicas do Antigo Testamento. Estas Escrituras nos falam da criação do homem e de sua queda. A queda significa que os homens criados à imagem e semelhança do Criador decidiram se rebelar contra a Sua vontade. O pecado original separou o homem do Criador e afetou toda a raça humana. Para que houvesse uma restauração da comunhão do homem com Deus, para que houvesse o perdão de Deus para com a humanidade, a justiça de Deus precisava ser satisfeita, o preço pelo pecado do homem precisava ser pago. Todavia, o ser humano não tinha condições nem de alcançar a restauração da comunhão com Deus por seus próprios recursos, e nem tinha como satisfazer a justiça de Deus por seus próprios méritos. Só havia uma maneira de a comunhão ser restaurada, de a justiça de Deus ser satisfeita: o próprio Deus tomar a iniciativa de restaurar a comunhão e satisfazer a sua própria justiça. Por isso Deus enviou Jesus. Através de seu nascimento e morte, Ele satisfez a justiça de Deus, restaurou a possibilidade de comunhão do homem com Deus e nos ofereceu a possibilidade do perdão divino. Alguém poderia perguntar: por que Deus não nos perdoou sem que Jesus tivesse que morrer para satisfazer a sua justiça? Porque a justiça é algo que está intrínseco no caráter de Deus, é algo inseparável de sua essência, é algo que Ele não pode deixar de satisfazer. Essa questão pode ser ilustrada por uma história interessante. Conta-se que certa vez uma jovem motorista estava dirigindo em alta velocidade em uma estrada norte-americana. Foi parada por um guarda rodoviário que lhe aplicou uma multa. Conforme a legislação nos EUA, esta jovem teve que comparecer perante o juiz competente. Acontece que o juiz, além de juiz daquele tribunal era também o pai daquela jovem. Seria justo ele perdoá-la só por seu sua filha e assim descumprir a justiça ao negligenciar a legislação vigente? Se ele fizesse isso, toda a sociedade lhe criticaria e diria que ele havia sito injusto e havia favorecido a jovem somente por ser sua filha. O que o juiz fez então? Ele confirmou a culpa da jovem motorista bem como o valor da multa a ser paga. Todavia, após dar a sentença, ele tirou sua toga de magistrado, se colocou ao lado da filha, tirou a carteira do bolso e pagou a multa que ele mesmo havia determinado. Essa história ilustra como a justiça de Deus não pode deixar de ser satisfeita. Se nós humanos pecadores clamamos por justiça, desejamos que a justiça seja feita, imagine como Deus, que tem a justiça como um dos seus atributos, não requer a satisfação de Sua própria justiça. Nós, seres humanos somos culpados. Não há como sermos perdoados sem que a justiça de Deus seja satisfeita. Então, o próprio Deus que determinou a pena pelo pecado, assim como o juiz da ilustração acima, se despe de suas vestes divinas, abre mão temporariamente de seus atributos divinos, assume a condição humana e paga a sentença que nós mesmos deveríamos pagar. Desta forma, a justiça de Deus é satisfeita. Mas não apenas isso. Neste ato de Deus o seu amor também é demonstrado. No nascimento de Jesus e na Sua conseqüente morte, a justiça e o amor se encontram. A justiça de Deus é satisfeita e o Seu amor é demonstrado pelo fato de Ele fazer por nós o que nós mesmos não poderíamos fazer. Portanto, o nascimento de Jesus significa que Deus é um Deus justo e amoroso.
 
 
O nascimento de Jesus significa que Deus cumpre as suas promessas – Como foi dito acima, nas Escrituras judaicas que se tornaram o Antigo Testamento das Escrituras cristãs, a vinda do Messias (o ungido de Deus, o Cristo) foi profetizada desde os acontecimentos no Éden. Por toda a extensão dos livros do Velho Testamento são dezenas de profecias que se cumpriram em Jesus. É impressionante. Basta conferir. Se você ainda não fez isso precisa fazer. Não é uma questão de uma boa porcentagem de acerto, é uma questão de cem por cento de acerto. E isso merece a atenção de todos os homens. Pois se em Cristo todas estas profecias se cumprem, então isto significa que realmente existe um Deus que se revelou através da história e através do Messias que Ele disse, através dos seus profetas, que viria. Isso também significa que o Deus que se revelou através da história e através de Seu Filho é um Deus que cumpre as Suas promessas. Nas sagradas Escrituras, Ele tem dado maravilhosas promessas para aqueles que crêem em Jesus. Promessas de vida abundante nesta vida e de uma vida eterna com Deus após a nossa morte física. Todavia, a Palavra de Deus também contém promessas de punição e julgamento para aqueles que não atentarem para a Sua revelação em Cristo. O nascimento de Jesus significa que Deus cumpre as suas promessas. Que tipo de promessas queremos que se cumpram em nossas vidas?
 
O nascimento de Jesus significa que Deus se importa conosco – Ao ver todo o sofrimento pelo qual o ser humano passa, ao ver toda a injustiça que existe em nosso mundo, muitos se perguntam: Deus se importa conosco? Se Ele se importa, por que Ele permite o sofrimento, a injustiça? Não é nosso objetivo aqui dar uma explicação para o problema do sofrimento humano. Embora seja uma questão bastante difícil ,complexa e até certo ponto misteriosa para nós, é possível obter respostas a respeito desta questão. Todavia, para a finalidade desta meditação nos contentaremos em afirmar que nascimento de Jesus significa que Deus se importa conosco. Em Cristo, Deus demonstrou o quanto se importa conosco. Primeiramente, porque em Cristo, o próprio Criador assumiu a natureza humana se tornando como um de nós. Ele se humilhou ao assumir a nossa natureza. Ele se importou tanto conosco que se tornou um de nós. E ao se tornar um de nós Ele demonstrou todo o seu amor, misericórdia e compaixão. Ninguém jamais viveu como Ele viveu. Foi humilde, até mesmo pobre, para se identificar com os pobres. Deu atenção para aqueles que eram marginalizados para demonstrar o valor que cada ser humano tem independentemente de sua condição. Quanto aos enfermos, Ele os curou para mostrar que Deus se importa com os que sofrem. Ele mesmo enfrentou o maior de todos os sofrimentos. Foi injustiçado para demonstrar que se importa com os que sofrem injustiça, foi cruelmente açoitado e humilhado, morreu uma morte de cruz (que era uma pena de morte terrível) para, entre outras coisas, demonstrar que se importa com os que sofrem. Em Cristo, vemos que Deus se importa conosco. Quando Felipe lhe pediu que Ele mostrasse o Pai, Jesus respondeu: “Felipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai” (Jo 14.9). Se quisermos saber se Deus se importa conosco, se quisermos saber o que Deus pensa e sente a respeito do sofrimento humano, basta olharmos para Jesus. Ao vermos Jesus vemos o Pai. O que Jesus pensou e ensinou é o que Deus sente e pensa a respeito do sofrimento. Ele se importa conosco. O nascimento de Jesus significa que Deus se importa conosco.
 
 
Diante de tudo o que está descrito acima, comemoremos o Natal com sabedoria, celebrando o seu verdadeiro significado e não apenas fazendo o que todos fazem sem refletir em seu verdadeiro sentido.
Diante de tudo o que está descrito acima, a atitude mais sábia que um homem pode ter é a de se prostrar diante de Jesus, confessando-o como Senhor e Salvador, e seguindo os seus ensinamentos. Pensemos seriamente no que Jesus ensinou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. Se você estava procurando o caminho para Deus, a resposta é Jesus. Se você estava procurando a verdade em relação à existência e à realidade que nos cerca, a resposta é Jesus. Se você estava procurando a vida, a verdadeira vida abundante nesta terra e a vida eterna de bem-aventuranças que nunca se acaba, a resposta é Jesus. Renda-se a Ele. Disso depende toda a minha e a mensagem através da qual o Deus Eterno se revelou à humanidade. 
 
Pr. Ronaldo Guedes Beserra    
 
Site: cristianismototal.wordpress.com
 
Assistência Social - Distribuição de Cestas Básicas






(Tiago 2. 14-17) 14 De que adianta, meus irmãos, alguém dizer que tem fé, se não tem obras? Acaso a fé pode salvá-lo? 15 Se um irmão ou irmã estiver necessitando de roupas 16 e do alimento de cada dia e um de vocês lhe disser: "Vá em paz, aqueça-se e alimente-se até satisfazer-se", sem porém lhe dar nada, de que adianta isso? 17 Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta.
 
15 Cestas Básicas pela Graça de Deus.